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Lairce Cardoso

UM CONTO ESPECIAL. TRI E AGORA?

14 de maio

Como tudo começou um conto especial chamado Tri e agora?

Nossa história teve início em fevereiro/1998. Eu e o Leandro nos conhecemos enquanto cursávamos o ensino médio e na época eu tinha 16 anos e ele 17.

Entre namoro e noivado foram 8 anos. Nesse período passamos por várias situações que nos fizeram amadurecer e crescer juntos.

Em março/2004, já pensando nos planos para o casório, fomos muito abençoados e passamos em concurso público. Diante dessa nova realidade, conseguimos adquirir um apartamento e marcamos o casamento, que aconteceu em 26/08/2006.

Casados, passamos a nos curtir mais ainda. Realizamos viagens incríveis, íamos com frequência a cinemas e a restaurantes. Quando o assunto era filhos, achávamos que queríamos, mas sempre decidíamos esperar mais um pouco, afinal estávamos em nossa zona de conforto. Quando completei 30 anos, decidimos conversar um pouco mais sério sobre o assunto. Optamos por fazer uma grande viagem, como se fosse de “despedida” da vida de sem filhos e, a partir daí começaríamos a planejar. Realizamos a viagem, mas não nos organizávamos. O tempo passou e fizemos outras duas viagens de despedida. Até que completei 33 anos e decidimos que não dava mais para esperar.

Com 8 anos de casados e financeiramente organizados, compreendemos, enfim que o momento havia chegado!

Definitivamente decididos….

Marquei uma consulta com minha ginecologista e iniciamos o protocolo que, normalmente é realizado quando se planeja uma gravidez tranquila e saudável. Foi um ano de tentativas sem obter resultado. Retornamos a ginecologista que nos encaminhou para um médico especialista em fertilidade.

A lista de exames era imensa e o retorno estava agendado para o dia 13/01/2014.

Mas na semana entre Natal e Ano Novo, passei a sentir muito sono e enjoos constantes. Em um domingo, realizei o teste de farmácia e, batata, o resultado foi positivo. Ficamos muito felizes, mas preferimos esperar o exame de sangue para comemorarmos. Então ficamos bem quietinhos.

Na segunda-feira, assim que o laboratório abriu, realizei o exame de sangue e estava confirmado. Aí foi só alegria, contamos para os familiares no ano novo e foi motivo de muita diversão e comemorações. Acredito que eles tinham perdido a esperança sobre essa possibilidade.

Já em janeiro/2015, fomos a nossa primeira consulta pré-natal. Ao olhar o resultado do exame de sangue, a médica comentou que eu estava gravidíssima, porque havia dado bastante alterado. Ao fazer o exame de toque, sinalizou que meu útero estava maior do que o esperado, conforme a idade gestacional. Apresentava uma barriguinha diferente para as 8 semanas de gravidez. Diante de tal constatação, solicitou um ultrassom de urgência.

Enquanto esperávamos na recepção para fazermos o exame, cheguei a comentar com o Leandro da possibilidade de termos gêmeos, porém rapidamente descartamos tal possibilidade, pois não temos casos na família.

Já na sala de exames, enquanto a médica não vinha, comentamos que a imagem que apareceria na televisão mudaria nossa vida para sempre, porém não imaginávamos o que estava por vir.

O exame foi iniciado e de repente a médica faz a seguinte pergunta:

            – Aline, você fez tratamento?

E rapidamente respondi:

            – Não, conforme orientação médica, tomei apenas um comprimido de indultor de ovulação.

Enquanto respondia, olhei para a médica e para sua assistente que estava ao seu lado com os olhos arregalados, demonstrando muito espanto. Diante de tal situação, já um pouco preocupada, perguntei o motivo da pergunta e ela, com os olhos marejados, olhou para nós e disse:

            – Porque há 3 bebês aqui!!!!

Até hoje me lembro desse momento em seus mínimos detalhes. Comecei a chorar incontrolavelmente. Era a única coisa que conseguia fazer. Não sei ao certo descrever o que senti. Poderia dizer que, naquele momento, recebi a melhor notícia da minha vida ou qualquer outro fato romântico a respeito, mas seria mentira. Enquanto eu chorava, o Leandro ria, tentava me acalmar e perguntava porque eu estava chorando. Quando nos acalmamos, inclusive a médica, o exame foi realizado. Os bebês estavam ótimos e se desenvolvendo dentro de esperado. Quando saímos da sala e fomos aguardar o resultado na recepção observamos vários funcionários do local a nos espiar. Foi uma sensação um tanto estranha.

Ainda em estado de choque…

Na sequência do ultrassom, voltamos ao consultório da minha ginecologista para levar o resultado do exame e ela estava ausente por causa de uma cesária. Deixei o envelope com a secretária e sinalizei que era um pouco urgente. Pouco tempo depois a Dra. me ligou e, ali por telefone mesmo, fez uma super explanação sobre os riscos de uma gravidez trigemelar. Como ainda não havia processado a informação, confesso que assimilei pouquíssimas coisas do que ela falou. Quando desliguei o telefone, novamente me desencadeou uma crise de choro. Fomos para casa e passamos o resto da tarde em estado catatônico.

Mas assim que consegui dormir o Leandro foi fazer as tais planilhas financeiras…

Hoje, interpretando o que senti naquele momento, posso dizer que primeiramente foi muito medo. Eu ainda estava me acostumando com a ideia de estar grávida e de repente recebo a notícia que estava grávida de trigêmeos. Depois do medo, veio a preocupação com a saúde dos bebês e também com o espaço físico. Na época morávamos em um apartamento de 2 quartos e não fazia a menor ideia de como faria para caber 3 berços, a angústia já começava por aí.

Mas o tempo foi passando e fomos nos acalmando e processando as informações com mais calma e adaptando o apartamento para receber nossos três pimpolhos. Já o Leandro, conta que na hora aparentou estar calmo, mas só pensava nas planilhas financeiras, que teria que elaborar, para a situação não fugir do controle.

E a partir desse dia nossa vida tomou um novo rumo. Foi necessário trocar nosso carro por um de 7 lugares, trocamos a mesa da sala de jantar de 6 lugares por uma menor para liberar espaço, desmanchamos o escritório para ser transformado no quarto dos bebês, colocamos rede de proteção nas janelas. Passou a fazer parte da decoração da sala 3 carrinhos de bebês, 3 bebês conforto, enfim, todas aquelas adaptações que fazemos para receber um bebê em casa, só que, neste caso multiplicado por 3.

Curtindo a gestação…

Tivemos pouco tempo para organizar tudo, pois sabíamos que nasceriam prematuros e logo no início, por recomendações médicas, precisava fazer repouso.

Nos primeiros 3 meses sentia muito enjoo e vomitava muito, sem falar no sono incontrolável que tomava conta de mim.  Após os 3 meses esses sintomas passaram e outros vieram. Foi uma gravidez bastante complicada, onde cada ultrassom realizado era uma surpresa encontrada. Passamos a viver um dia de cada vez, seguindo rigorosamente as orientações médicas.

Com cinco meses fui afastada do trabalho e entrei em repouso absoluto. Levantava da cama apenas para utilizar o banheiro e fazer as refeições. Também tivemos que elevar os pés da cama, para ter a garantia que ficaria com as pernas para cima.

No dia 27/05/2015 fui realizar mais um ultrassom e nesse dia não voltei para casa. Por precaução, minha ginecologista optou por me internar, para que eu ficasse em observação. Foram 63 dias de internação, sem ver a luz do sol. Passava o dia deitada, fazia as refeições na cama e me levantava apenas para caminhar até o banheiro. Tomava banho sentada em um banquinho improvisado.

Me tornei amiga das enfermeiras, das camareiras, do psicólogo do hospital que me visitava e da médica que acompanhoupor todo período de internação,  duas vezes por dia, religiosamente. Para que as enfermeiras conseguissem ouvir os coraçõezinhos dos bebês sem causar desconforto em mim, todos os dias pela manhã ela passava para a visita, e marcava um X na minha barriga que era o local que o aparelho deveria ser colocado.

A cada semana que completava, ganhava da médica bolo e doces para comemorar. Algumas gravidinhas também iam me visitar porque ficavam sabendo que estava grávida de trigêmeos. Sem querer viramos a atração do hospital.

Foram 63 dias e 62 noites muito difíceis, mas estivemos rodeados de muito amor e muita fé, e de alguma forma sabíamos que daria tudo certo. O Leandro dormiu essas 62 noites ao nosso lado e não mediu esforços para que ficasse tudo bem.

No dia 17/07/2015, sexta-feira á noite, minha pressão começou a subir. Eu já não conseguia dormir, pois não tinha posição, não conseguia comer, porque não cabia nada no meu estômago, que estava muito apertado e sentia muita azia. Fazia xixi a cada 5 minutos. Estava muito difícil suportar aquela situação, e também no ultrassom realizado no dia anterior, já não dava para realizar as medições dos bebês, pois estavam com pouco espaço.

Diante de tudo isso, sábado pela manhã, dia 18/07/15, a Dra. chegou e nos informou que faria o parto naquele momento. Foi tudo muito rápido e quando me dei conta, já estava no centro cirúrgico. Todos nasceram bem, porém foram para UTI para ganhar peso e coordenar as mamadas.

Que sensação….

Me lembro como se fosse hoje a primeira vez que vi cada um deles. Laís estava muito cansadinha, bem ofegante. Lana estava com os olhos bem abertos, observando o que estava acontecendo e Theo dormia tranquilamente envolto a uma fraldinha (faz isso até hoje).

E a partir daí começou a maratona. No dia seguinte pela manhã, fomos a UTI e a enfermeira já nos orientou a dar banho, trocar e amamentar. Nem lembrava que estava com cesária, só sabia que tinha que dar conta do recado.

Após 5 dias Lana teve alta e passamos a nos dividir entre UTI e quarto. Foi bem difícil.  Após 8 dias, Theo teve alta e consequentemente Laís também. Enquanto o irmão estava sendo preparado para receber alta da UTI e ir para o quarto, Laís sentiu e descompensou. Começou a chorar muito e conseguiu arrancar seus eletrodos. Diante disso, os pediatras optaram por liberá-la, passando a observá-la no quarto, pois poderia ter uma recaída ao ficar longe de seus irmãos. A Laís é assim até hoje. Precisa estar sempre junta e cuidando de seus irmãos, caso contrário ela descompensa.

Não desejo a ninguém viver essa experiência de UTI Neonatal. Foram dias muito complicados e quando revivo, chega a doer lá no fundo do peito. Mesmo sabendo que meus bebês estavam bem e estavam ali por preocupação, acabávamos vivenciando o sofrimento dos outros pais que estavam ali suplicando pela vida de seus filhos. É um sofrimento indescritível e eu me sentia muito pequena e impotente diante daquilo tudo que vivia. Uma dor sem fim.

Nossa casa…

Após 10 dias do nascimento do trio, todos tivemos alta e graças a Deus fomos para a nossa casa. Eu e o Leandro havíamos optado em não contar com a ajuda de ninguém, pois era um momento nosso e queríamos curtir cada detalhe, sem interferência. Pode parecer loucura, mas foi a melhor decisão que tomamos. Sofremos, mas demos conta do recado, do nosso jeito, como sempre fizemos.

Foram inúmeras noites mal dormidas, pois no começo, para ganhar peso, mamavam a cada 3 horas e eram mamadas bem lentas. O tempo foi passando, fomos nos conhecendo, nos adaptando a nova realidade e deu tudo certo. Tivemos que organizar uma rotina e segui-la rigorosamente. Controlávamos as informações de xixi, coco, medicação, mamadas e outros através de um quadro branco bem grande.

Qualquer saída virava um evento, que exigia uma grande logística. Consulta no pediatra, vacinas, furar as orelhinhas das princesas, enfim, tudo muito complicado.

No fim sobrevivemos!

Todos com muita saúde, foram se desenvolvendo, o tempo foi passando e a rotina ficou mais fácil.

Após o término da minha licença maternidade retornei ao trabalho de uma forma muito tranquila. Sempre tive essa questão muito bem resolvida dentro de mim e não me arrependo. Reformulamos nossa rotina e seguimos em frente.

Os três ficaram em casa com uma babá até completarem 1 ano e meio e a partir daí, o pediatra liberou a escolinha.

O Theo…

A adaptação foi bem tranquila. Seguíamos uma vida normal, até a primeira reunião de pais, quando a escola nos trouxe uma preocupação com o Theo. Sinalizaram que ele não respondia quando chamado e não interagia com os amiguinhos. Nos orientaram a procurar um otorrino, pois achavam que ele possuía problemas auditivos. Marcamos consulta e Theo realizou exames. Com os resultados em mãos, fomos ao otorrino e não havia nenhum problema com a audição dele. Fomos encaminhados a uma fonoaudióloga. Realizamos alguns testes em casa e não tínhamos dúvidas que Theo ouvia.

Fomos ao pediatra e ele nos orientou a ficar tranquilos. Destacou que cada criança tem seu tempo de desenvolvimento e que não deveríamos ficar preocupados. Assim como ele demorou para andar ele demoraria para falar, mas falaria.

Theo passou por todas as etapas de desenvolvimento, porém de forma mais lenta quando comparado ao desenvolvimento de suas irmãs. Levantou a cabecinha, interagiu normalmente com as pessoas, balbuciou, pouco, mas balbucio e andou. Como são 3 bebês, tomávamos muito cuidado para não ficar comparando um com o outro e procuramos respeitar o tempo de cada um. No fundo, eu sabia que havia algo de errado, mas tentava justificar pelo fato dele ser prematuro.

Diante da sinalização da escola, passamos a observar com outro olhar o Theo, mas ao mesmo tempo dando seu tempo de desenvolvimento. Um belo dia, estava em casa, quando assisti a um vídeo que uma amiga compartilhou nas redes sociais sobre o tema “Sinais de Autismo em Bebês”. De forma muito natural, apertei o play e enquanto assistia, tinha a sensação que aquele vídeo havia sido feito para mim e que o ator principal era o meu Theo. A maioria dos comportamentos que ela descrevia, eram comportamentos apresentados por meu filho. Imediatamente mostrei o vídeo para o Leandro e após assistir, ele me disse:

– Acho que temos que procurar um especialista para avaliar o Theo.

A partir daí percebi que havia algo de errado com o Theo e que provavelmente ele estava enquadrado no Transtorno de Espectro Autista. Por uma noite não quis acreditar no que estava acontecendo com meu filho. Me questionei e questionei Deus de todas as formas possíveis. Passei a noite na internet pesquisando sobre o assunto e quanto mais lia, mais me desesperava. Foi desesperador o que senti naquele momento. O medo do desconhecido, do preconceito, de não ter acesso ao tratamento e de meu filho não ter uma vida normal, dele não conseguir se desenvolver e ter uma vida de forma independente. Foi um sofrimento muito intenso, mas durou apenas uma noite. Sabia que dias difíceis estavam por vir e não podia me entregar. Teria que ser forte e ficar inteira, porque ele precisaria muito de mim e as meninas também.

E foi assim que segui. Tomei um banho e foi como se tudo aquilo de ruim que estava sentindo, descesse pelo ralo juntamente com a água que caía do chuveiro. Consegui me recompor e ficar firme. Logo pela manhã consegui agendar uma consulta com um psiquiatra infantil especialista em TEA para a semana seguinte. Nesse período, olhava para ele tentando me apegar em comportamentos que justificassem que ele não estava dentro do TEA, mas não conseguia me convencer.

Foram 3 consultas com o psiquiatra infantil, sendo que na primeira, foi somente eu e o Leandro, na segunda somente o Theo e na terceira nós três.

No dia 26/09/2017 recebemos o diagnóstico. Nosso Theo estava enquadrado no Transtorno do Espectro Autista. Parece-me que as palavras do médico foi de acalento, mas não consegui prestar atenção em nenhuma delas.

Lembro-me apenas do final da consulta, que nos apresentou o tratamento e que o mais recomendado seria a Terapia Aba, Sessões de fonoaudiologia e Terapia Ocupacional.

Saímos da consulta e iniciamos uma corrida contra o tempo. A partir daí nossa rotina foi novamente adaptada, conforme a agenda do Theo. Ele está há 2 anos com uma agenda bem comprometida. Faz sessões de terapia aba, acompanhamento com terapeuta ocupacional e fonoaudióloga.

Tivemos muitas dificuldades com a escola, onde nosso Theo era excluído das atividades, não aceitavam a terapeuta no espaço escolar, entre outras coisas. Mas graças a Deus encontramos uma escola que nos acolheu de braços abertos, respeita e aceita nosso pequeno como ele de fato é. Uma criança, que tem suas manias, suas estereotipias, mas que antes de ser autista, é uma criança, assim como todas as outras.

Sabemos que para ele não é fácil e sempre que possível o deixamos descansar, pois sabemos o quanto ele evoluiu durante o tratamento.

As meninas também são fundamentais para seu desenvolvimento. Estão sempre envolvendo-o nas atividades e cuidando para que ele fique bem. Sabem que ele é especial, mas ainda não entendem o que de fato ele tem.

Ele é um verdadeiro anjinho. Muito tranquilo, carinhoso e transparente. A cada dia nos faz ver a vida com outros olhos. Ele nos faz parar para contemplar a lua, para observar formigas, para sentir a chuva caindo sobre nosso corpo e o vento batendo em nosso rosto. Diariamente nos mostra o verdadeiro sentido da vida, que está nas pequenas coisas.

Nos dias atuais…

Hoje nossa vida está mais fácil. Há dois anos tivemos a necessidade de mudar para uma casa, pois nosso apartamento ficou pequeno. Há 8 meses nossa família aumentou. Chegou nossa filha caçula, uma cachorra da raça labrador, que veio a pedido das crianças e também para ajudar no desenvolvimento do Theo.

Também há um ano passamos a contar com a ajuda dos meus pais, que se tornaram nossos vizinhos. Eles que nos ajudam com a agenda do Theo.

Nas férias de janeiro/19 conseguimos realizar nossa primeira viagem em família, apenas nós 5. Foi muito gostoso e deu muito certo. Já estamos programando a próxima.

De 4 anos para cá nossa vida passou por uma verdadeira metamorfose. Éramos dois e hoje somos 6.

São 4 anos de muita dedicação, paciência, lutas, de muitos perrengues e muitas renúncias, mas também de muita felicidade, muito orgulho, amor incondicional e gargalhadas. Esse trio despertou em nós um sentimento tão forte que não sou capaz de descrevê-lo. Hoje não imagino minha vida sem eles, nada teria sentido. Eles nos fazem viver a vida de uma forma mais leve e nos fazem crer em um mundo melhor. Nos fazem acreditar que é possível sim, um mundo mais justo e cheio de amor e que o respeito é a base de tudo. Aprendemos diariamente com cada um deles. Cada um com sua personalidade, com seus gostos, com seu temperamento.

Somos extremamente gratos por tudo que conquistamos e construímos. Fico muito orgulhosa em ver as pessoinhas que estão se tornando.

Acredito que estamos no caminho certo!

Sempre peço a Deus, em minhas orações, que permita que sejam felizes, unidos, que se apoiem, independentemente de suas escolhas, que se respeitem acima de tudo e que não permita que nada e nem ninguém destrua o amor que há entre eles.

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Quer me conhecer melhor? Assista ao vídeo “Quem sou eu” https://www.laircecardoso.com.br/quem-sou-eu

Sobre o Autor: Lairce Cardoso
Lairce Cardoso

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Nasci no berço da família Cardoso, na cidade de Paranapuã, no interior de SP no dia 15 de Julho de 1.963. Sou a nona filha do Senhor Libério e da Dona Lindaura.

Comentários (8)

Luci Delfalque Macieu Responder

Amo vocês, vocês estão em minhas orações todos os dias e segundos de minha vida,foi muito sofrimento ficar longe de vocês de vocês todo esse tempo,queria dar colo para vocês ,mas como ñ podia rezava ?????❤❤❤❤❤?????

14 de maio de 2020 at 19:52
Vovó Sol Responder

Eu só tenho orgulho de vocês e o que eu posso fazer é agradecer todos os dias a Deus e pedir também que continua abençoando que o Anjo da guarda esteja sempre ali cuidando dos meus netinhos kkķkk trigêmeos Lana Theo Laís que vocês Aline e Leandro são os pais nota …1.000 sem comentários

14 de maio de 2020 at 20:35
Katia Viana Responder

Lindo….
Como tenho orgulho em fazer parte dessa família, sempre digo que não teria um casal melhor pra Deus ter dado essa missão esse presente, minha admiração por eles só aumenta a cada dia….amo demais essa família….

14 de maio de 2020 at 20:39
Rute Martins Responder

Linda história,apesar de não conhecê-los pessoalmente, mas com a sua descrição é como se os conheçe e tivesse participado de toda evolução. Que Deus abençoe vocês?

14 de maio de 2020 at 22:04
Elizabeth Costa Responder

Que Deus continue abençoando sempre a sua família .

17 de maio de 2020 at 19:34
Maria de Cássia da paz Roberto Responder

Parabéns Aline e família, que Deus abençoe vcs!

17 de maio de 2020 at 20:47
Isabel Fernandes Responder

Que linda histoira.
Que Deus continue abencoando a cada um de vcs.

18 de maio de 2020 at 00:15
Cidinha Pereira Responder

Como não amar…linda por dentro e por fora…linda história que Jesus os abençoe sempre…felicidades família. .que seus passos sejam sempre iluminados.

24 de maio de 2020 at 20:02

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